Escolher entre um Fogão/Forno a eletricidade ou a gás
Todos sabemos que alguns dos eletrodomésticos mais importantes da sua cozinha é o fogão e o forno, onde vai fazer os seus cozinhados. Escolher entre um fogão/forno a eletricidade ou a gás, é muitas vezes, difícil. Uma decisão mal pensada pode levar ao triplo dos gastos a longo prazo, com a substituição do escolhido. Há quem opte pela junção de ambos. Se está neste momento com essa dúvida, siga em baixo os prós e os contras de cada um, dados pela Zaask, para que possa tomar a decisão mais informada.
Fogão/ Forno a eletricidade
Prós
– Mais barato, tanto no acto da compra como na instalação;
– Fácil de limpar, basta passar um pano húmido;
– Ao cozinhar proporciona mais estabilidade aos tachos e às panelas;
– Quando não o está a usar é mais um espaço adicional de armazenamento da cozinha;
– Liga e desliga instantaneamente com um simples toque no botão;
– Mais uniformidade e controle do calor ao cozinhar, sobretudo no que toca ao forno (funções para ligar apenas o calor na parte inferior, ou a parte superior);
– Como só a zona de cozedura aquece, o risco de queimaduras é menor;
– Em caso de esquecimento não suscita qualquer perigo, pois desliga-se sozinho;
– Não há necessidade de mão-de-obra especializada, basta uma tomada;
– Adequa-se a qualquer tipo de cozinha e é mais elegante que o fogão a gás;
– O forno permite gratinar os alimentos, graças à função “grill”;
– O forno leva muito tempo a aquecer o que permite que o cozinheiro esteja mais descansado no que toca a queimar os cozinhados, comparativamente ao forno a gás;
Contras
– Leva mais tempo a diminuir a temperatura, mesmo desligado, contínua quente;
– Mais lento a cozinhar, especialmente se a panela é maior que o anel da placa. Muitos fogões elétricos têm apenas as configurações de temperatura baixa, média e alta, o que dificulta o controlo dos cozinhados. No forno acontece o mesmo (como já tinha sido referido anteriormente), leva cerca de dez minutos a ficar no ponto;
– Sem energia (- eletricidade) não funciona;
– Com o tempo torna-se mais dispendioso, por culpa dos custos elevados da eletricidade;
– Estima-se que só o forno elétrico consome, em média, mais de 40% de energia que o forno a gás;
– Apesar das placas serem mais baratas, os fornos são mais caros e são comprados à parte, ou seja, não vem num só como no fogão de gás;
– O móvel onde o forno é instalado deve estar preparado para suportar a temperatura do forno;
– A placa exige panelas e tachos apropriados (mais custos). Os recipientes devem ter o fundo magnético, normalmente são identificados com o símbolo de uma espiral na horizontal. Para ter a certeza de que funcionam, no acto da compra leve um íman consigo, se o mesmo se colar à panela, ou tacho é sinal de que pode ser utilizado.
Mas para escolher entre um fogão/forno a electricidade ou a gás também deve avaliar as vantagens e desvantagens da versão a gás.
Fogão/ Forno a gás
Prós
– Fácil de ajustar com precisão o nível de calor que precisa para cozinhar, basta alterar a intensidade da chama rodando o botão;
– O gás natural é barato, pois existe em abundância. A longo prazo poupa dinheiro;
– O gás é uma energia limpa, com esta opção está a ser amigo do ambiente (segundo os entendidos);
– Responde imediatamente quando se liga. O calor da chama do gás aquece tanto os lados como a parte inferior das panelas – cozedura rápida –, uma vantagem para quem todos os minutos do dia contam. No forno acontece o mesmo;
– Quando desliga a chama, pode deixar a panela no mesmo local, para descansar, sem correr o risco de os alimentos continuarem a cozinhar;
– Menos calor ambiente para o resto da cozinha;
– Ideal para fazer bolos. O forno aquece mais na parte de baixo do que na parte de cima, reduzindo assim a probabilidade de queimar a cobertura;
– O forno a gás tem ainda a vantagem de ser maior, o que facilita os cozinhados, sobretudo em épocas festivas;
– Pode continuar a cozinhar, sem eletricidade.
Contras
– Para quem tem crianças, ou até mesmo animais de estimação, em casa, o facto de o gás implicar uma chama aberta, representa um perigo acrescido;
– Mais caro, tanto no acto da compra como na instalação;
– Mais perigoso. Risco de fuga de gás. Basta uma linha de gás estar danificada, ou uma panela ferver continuamente, para propagar fogo e encher a casa de gases tóxicos e inflamáveis;
– Temperatura do forno irregular. Geralmente, num forno a gás a parte inferior é mais quente que a parte superior;
– Não é prático a limpar, pois obriga a retirar as placas;
– Necessita de conexão com, uma botija, ou a rede de gás. Muitas vezes, as casas e os prédios não estão preparados para receber gás canalizado e certas localidades têm uma oferta reduzida desta energia;
– Para a instalação é necessário mão-de-obra especializada;
– O forno não gratina os alimentos, a não ser que tenha a função “grill”;
– Como o calor se espalha mais facilmente, rapidamente as “alças” das panelas ficam quentes, provocando queimadoras a quem está a cozinhar;
– Exige manutenção regular.
Se escolheu uma das opções mas está com problemas no seu equipamento, então visite a Zaask e encontre empresas e técnicos de confiança, que arranjam o seu forno/fogão rapidamente.